Quem é o Fantasma da sua Ópera?

“The Phantom of the opera
is there inside your mind” (The Phantom Of The Opera – Nightwish)
 

Sempre morri de vontade de ler “O Fantasma da Ópera”, de Gaston Leroux, mas nunca conseguia encontrar uma boa edição. Eu queria ler em inglês, mas só tive a sorte de encontrar num sebo uma tradução meio adocicada de 2007. Estava desconfiada, porém resolvi arriscar.

Eu ouvia todo mundo dizer que Erik (o tal fantasma) era um personagem que despertava ao mesmo tempo o amor e o ódio dos leitores. Bom, eu não senti nem uma coisa, nem outra. O que senti foi indignação! Eric é egoísta e cruel a maior parte do tempo, tirando vidas e manipulando a perturbada Cristine que, por sua vez, leva o visconde Raul a um triângulo amoroso dos mais sombrios.

Erik não é um fantasma e sim um homem com um rosto monstruoso. O seu fantasma interior é o medo da rejeição. É isso o que faz da sua vida uma ópera triste! Ao encerrar a leitura, não pude deixar de me questionar: quais são os meus fantamas? O que faz com que eu também sinta vontade de me esconder num porão e só sair de lá para destruir tudo o que me machuca neste mundo? Podemos ter fantasmas muito parecidos com os de Erik, mas devemos ter em mente que nenhuma dor nossa justifica uma atitude de provocar dor em outras pessoas.

Agora preciso conferir as versões de “O Fantasma da Ópera” produzidas para as telonas. Por enquanto, vamos ficar com essa versão do mundo da música! A letra combina com esse post...



Postado por: Vanessa às 16h07
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Please, um mapa que não seja astral

Estava escrito nas estrelas no dia em que nasci: essa aí não vai acreditar em astrologia. Meus olhos até passam pelo espaço do jornal ou da revista onde os signos se instalam, mas garanto que meu objetivo é unicamente entretenimento. Porque para mim horóscopo é melhor que uma piada que consiga unir um papagaio, um português e uma loira não muito esperta.

Meu problema deve ser falta de imaginação. Sem ela não posso crer que a posição dos astros vai determinar ou afetar minha personalidade e/ou meu futuro. Os astros devem ter coisas mais interessantes para fazer lá fora, não? E como dão conta de 7 bilhões de pessoas ao mesmo tempo? Gente, quero essa eficiência para mim! Sem contar que me incomoda muito o fato da astrologia reduzir 7 bilhões de pessoas a 12 perfis. Os “entendidos” podem me falar da interferência dos ascendentes e outros “acessórios” multiplicando esse número, mas ainda assim acho pouco. Nós somos 7 bilhões de pessoas. Cadê a diversidade de perfis? E como posso ser uma virginiana tão bagunceira?

Até pouco tempo eu via horóscopo com uma coisa boba. Mas o livro “Análise de Conteúdo” de Laurence Bardin me ajudou a olhar a questão de uma forma mais desconfiada. Um dos capítulos do livro se chama “Análise de comunicações de massa: o horóscopo de uma revista”. O objetivo era dar um exemplo de análise de conteúdo usando a seção de horóscopo da revista feminina Elle. O estudo levanta um quadro de valores que a seção consegue fazer circular. Em outras palavras: nem sempre a gente perceber com clareza que o horóscopo sugere quem você deve ser, o que deve fazer, com quem deve se relacionar e a hora certa para fazer o que nossa sociedade diz que é certo. Ele te dá um padrão de felicidade e tenta interferir em seus amores, suas amizades e relações familiares. E, se está numa revista feminina, ele vai dizer que tipo de mulher você deveria ser.

MAS JURA? Ai, que cheiro de teoria da conspiração ou de mania de perseguição. Ninguém precisa ficar neurótico, mas também não sejamos inocentes: valores estão aí para serem impostos e compartilhados e o horóscopo não pode estar isento disso. Para ser justa, não posso esquecer uma coisa: o horóscopo quase sempre se apresenta como uma sugestão. Você pode discordar ou acatar a sugestão do dia!

Bom, eu não acredito que os astros estejam comigo ou contra mim e não preciso de mapa astral nenhum porque gosto da sensação de que estou rabiscando meus próprios mapas. E nem ligo se a sensação é só mais uma ilusão. Ora essa, se tem gente que acredita que coisas que estão fora do nosso planeta influenciam nossa vida aqui embaixo...

 

Aguardem o que tenho a dizer sobre numerologia. Please, que os números sejam apenas números.

 

 



Postado por: Vanessa às 17h13
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Retrospectiva Literária 2011

E chega o momento de relembrar os livros com os quais andei para cima e para baixo em 2011. Não foram tantos livros quanto eu gostaria, uma vez que a vida universitária não permite. Mas pelo menos foram bons livros. Ah, não faço parte da corrente que acredita que historiografia seja literatura, mas nessa retrospectiva resolvi puxar a sardinha para o MEU lado, por isso acrescentei um tópico com os 5 melhores livros que li em meu curso de História este ano (escolher esses 5 não foi fácil, viu?).

 

Os livros que li em 2011

 

Razão e Sensibilidade (Jane Austen), Emma (Jane Austen), A Abadia De Northanger (Jane Austen), Os Sofrimentos do Jovem Werther (Goethe), O Milagre (Nicholas Sparks), Anarquistas, graças a Deus (Zélia Gattai), Um Dia Daqueles (Bradley Trevor Greive), O Morro dos Ventos Uivantes (Emily Brontë), A Mansão Hollow (Agatha Christie), Passageiro para Frankfurt (Agatha Christie), Um Corpo na Biblioteca (Agatha Christie), Aventura em Bagdá (Agatha Christie), A Jangada de Pedra (José Saramago), Se Houver Amanhã (Sidney Sheldon), Hamlet, Rei Lear e Macbeth (William Shakespeare).

 

Top 5 - Melhores livros historiográficos lidos no ano

Minha história das mulheres (Michelle Perrot), Apologia da História ou O Ofício do Historiador (Marc Bloch), O Fim do Mundo Clássico De Marco Aurélio a Maomé (Peter Brown), O avesso da memória - cotidiano e trabalho da mulher em Minas Gerais no século XVIII (Luciano Figueiredo), A Heresia dos índios - Ronaldo Vainfas.

 

Livros que comecei a ler em 2011 e AINDA não terminei, mas que vão aparecer na próxima retrospectiva

O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger), 1984 (George Orwell), O Diabo Veste Prada (Lauren Weisberger)

 

O casal literário mais fofo Catherine Morland e Henry Tilney, de “A Abadia De Northanger” (Jane Austen). Catherine é uma mocinha doce e muito curiosa. Henry é um jovem divertido e cavalheiro. E desafiou o pai para ir atrás de Catherine. As conversas do casal sobre livros eram as minhas preferidas! Um casal realmente fofo e inocente.

 

Virei a noite lendo “A Abadia De Northanger”: este parece ser o livro de Jane Austen mais simples que encontrei até agora. Uma mocinha comum que se apaixona por um rapaz rico numa viagem de férias e que consegue se hospedar na cada dele por uma temporada. Mas o livro é mais do que isso! Ele fala de curiosidade, da relação com livros, de confiança e desconfiança, de aparências e até de... historiadores! Ora, esse último ponto foi minha maior surpresa! Eu não conseguia desgrudar do livro! Chegava da faculdade seca por ele e ia até tarde da noite!

 

Soco no Estômago “Se Houver Amanhã” (Sidney Sheldon): eu tinha mil preconceitos contra Sidney Sheldon, mas esse livro que o Tiêgo me deu me ajudou a neutralizar todos eles. A história de Tracy, moça boazinha que vira a bandidona mais esperta do pedaço, foi sim um soco no estômago. Não sou forte para livros que falam de injustiças e de presídios hahahaha

 

Aquele em que chorei de soluçar “O Milagre” (Nicholas Sparks). Todo mundo lê Nicholas Sparks, mas ninguém nunca lê “O Milagre”? Não é uma história deprimente como as outras famosinhas que ele já criou. Mas ainda assim te emociona ao falar de ter fé nos mistérios da vida.

 

A maior decepção do ano “O Morro dos Ventos Uivantes” (Emily Brontë). Os fãs que me perdoem, mas este livro é um surto HAHA Eu quero ler de novo para ver se realmente compreendo a doideira da coisa. Não tenho paciência com amores loucos.

 

Abandonei “A Jangada de Pedra” (José Saramago): peguei esse livro para ler por indicação de um professor. Portugal me interessa muito, então acreditei que um livro que falasse de uma separação física misteriosa da Península Ibérica do continente europeu me faria surtar. Mas eu encontrei uma jangada furada, ops, um empecilho. Eu simplesmente não gostei do estilo Saramago. Um estilo de contar tudo como se estivesse correndo, quase atropelando as palavras (e o leitor). Parágrafos sem fim. Frases sem fim. Descobri que sou chatinha, fresca e careta e que gosto de gente que escreve “quadradinho”. Então abandonei o livro por falta de paciência.

 

O mais chato “Passageiro para Frankfurt” (Agatha Christie): eu realmente amo Agatha Christie, mas esse livro aí é muito chato! Se eu fosse da área de relações internacionais, poderia gostar mais desse livro. Uma verdade teoria da conspiração é o centro de tudo. Forças poderosas estão financiando a violência e inflamando a juventude. Não gostei de como começou, nem de como terminou.

 

Quase morri de rir “Um Dia Daqueles” (Bradley Trevor Greive). É um livro realmente engraçadinho, com uma mensagem positiva e fotos de animais em poses hilárias. Você lê em 10 minutos e garante 24 horas de sorrisos.

 

Aventura, fantasia ou infanto-juvenil “Aventura em Bagdá” (Agatha Christie): Victoria Jones viveu uma aventura incrível em Bagdá. Tudo começa quando ela resolve sair de Londres para ir atrás de um cara com quem conversou por apenas alguns minutos. Ele estava indo para Bagdá e lá foi a garota tola, sem imaginar os perigos que estavam esperando por ela. Eu recomendo!

 

 

Bate-bola de personagens:

 

Personagem masculino apaixonante: Mr. Knightley, de “Emma” (Jane Austen). Ele sempre estava perto da terrível Emma para sacolejar a insensatez da menina, mas apenas porque a amava muito. Um homem correto, bondoso e preocupado com as pessoas ao redor. Mais um apaixonante personagem masculino de Jane Austen, ao lado de Mr Darcy e Coronel Brandon.

Personagem feminina admirável: Dona Angelina, de “Anarquistas, graças a Deus” (Zélia Gattai). A mãe de Zélia tinha ideais firmes e fazia tudo o que podia pela família.

Personagem mais chato:  O Bobo de “Rei Lear” (Shakespeare). Eu só queria que ele calasse a boca e parasse de seguir o rei fazendo todo aquele auê. Sempre pensei que um bobo da corte deveria ser engraçado. Esse não é.

Personagem mais perturbador: Werther, de “Os Sofrimentos do Jovem Werther” (Goethe). Haja perturbação para amar daquele jeito e se matar daquele jeito. E com isso ele perturba os leitores também.

 Personagem que mais me identifiquei: Emma, de Jane Austen. Eu já fiz um post explicando os motivos aqui. Gosto de ser cupido, mas não aceito flechas em minha direção.

O melhor livro que li em 2011: No último post de 2011 eu disse que estava em dúvida entre “Emma” e A Abadia De Northanger” como melhor livro do ano. Mas isso porque ainda não tinha lido Hamlet, Rei Lear e Macbeth”, de Shakespeare. Deixei esse livro para os últimos dias de dezembro e foi como colocar a cereja no bolo. Está certo que quase enlouqueci com a loucura e as traições de Rei Lear e que morri de ódio de Macbeth e sua esposa. Na verdade, foi Hamlet que eu amei. É impressionante toda aquela intensidade de emoções na obra. Eu me transportei para perto de Hamlet durante a leitura.



Postado por: Vanessa às 19h36
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Aniversário do blog!

Fecho os olhos e quase posso reviver aquele momento de ansiedade do dia 3 de janeiro de 2010. Eu estava deixando para trás 4 anos de história em um blog para começar uma nova história aqui no Caixinha de Opiniões.

No ano passado não comemorei o primeiro aniversário. Não achei que tivesse direito, pois em 2010 precisei fechar o blog por 4 meses por necessidades universitárias. Mas em 2011 me mantive firme e forte aqui na medida do possível. Agora sim tenho o que comemorar no Caixinha.

Aos amigos blogueiros que sempre passam por aqui, fica o meu MUITO OBRIGADA. No dia em que eu escrever um blog pensando só mim, podem ter certeza de que ele estará trancado com senha. Penso em vocês quando estou escrevendo, sempre me perguntando sobre as experiências, questionamentos e opiniões de quem está aí do outro lado lendo meus textos. Os comentários neste blog estão abertos não porque gosto de ver os números aumentando ali! O que mais me interessa é o que vocês querem dizer nesse espaço. Nesse sentido, sou uma blogueira de sorte, pois sempre encontro comentários interessantes e que me ajudam a refletir PRA CARAMBA.

Eu gostaria de ter mais tempo para postar no blog e para conhecer mais blogueiros. Esse é meu único incômodo. Mas fora isso, estou realmente muito feliz por manter o Caixinha de Opiniões e por poder celebrar este aniversário com vocês!

 

Ah, aproveitando o clima de festa de aniversário e de início de ano, gostaria de compartilhar com vocês o meu novo projeto para o ano de 2012: Projeto 366 palavras. A proposta é simples: todo dia vou postar no tumblr uma palavra que defina ou que tenha marcado aquele dia. Às vezes a palavra vai vir acompanhada de um desabafo, uma foto, um trecho de texto, etc. Ao fim de 366 dias, vou decidir o que fazer com tudo que tiver sido registrado. Algo me diz que vou tirar algo muito bom dessa experiência... Querem me acompanhar? Então fiquem de olho no tumblr 366 palavras.



Postado por: Vanessa às 12h49
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Minha retrospectiva 2011

1- O bom de 2011 foi...
O meu amadurecimento. Neste ano adquiri novas responsabilidades em casa e também na vida universitária. Conquistei uma bolsa de Iniciação Científica e também comecei a trilhar o caminho para minha monografia. E também foi neste ano que tive minha primeira experiência de estágio numa escola.

2-O problema de 2011 foi...
A separação dos meus pais e os pequenos-grandes-problemas-sérios que decorreram disso. Tudo ainda está muito incerto aqui em casa. 

3-Minha foto preferida de 2011
A foto mais louca da coisinha pequena que alegrou meus dias, meu cachorrinho Chokito:




4-O troféu "vergonha alheia" e o "me mata de orgulho" vão para...
O “vergonha alheia” vai para os atritos entre os estudantes da minha UFF e o reitor, que culminaram na ocupação da Reitoria em agosto. O “me mata de orgulho” vai para minha mãe, que está recomeçando a vida comigo e com meu irmão com muita força, honestidade e confiança.

5-Meu filme preferido visto em 2011
Certamente “A História de Ron Clark”. Fiz até um post sobre ele aqui! É um lindo filme sobre as dificuldades de um professor comprometido com seus alunos.

6. Melhor livro lido em 2011
Fico em dúvida entre “Emma” (que também já ganhou post aqui no blog) e “A abadia de Nothanger”, ambos de Jane Austen. Vou tentar resolver essa questão na Retrospectiva Literária de 2011. Aguardem esse post no começo de janeiro!

7-Minha melhor compra de 2011
Meu celular novo (faltou uma foto dele aqui)! Eu estava com o mesmo celular desde os tempos da escola (podem rir!). Eu realmente me apego às minhas coisinhas HAHAHA Agora estou na indecisão pra saber se mudo ou não de operadora (tenho o mesmo número da Claro desde 2005 e agora quero mudar para a Tim).

8-As músicas que mais ouvi em 2011:
Todo mundo esperando que eu diga Adele? Sim, ouvi Adele, mas também ouvi Jessie J, Sara Bareilles e El Sueño de Morfeo! Meu TOP 5 é:I Need This (Jessie J), Rainbow (Jessie J), Gonna Get Over You (Sara Bareilles), Para toda la vida (El Sueño de MOrfeo), Lo Mejor Está Por Llegar (El Sueño de Morfeo).


9-Meu lugar preferido de 2011 
Neste ano a biblioteca do meu campus passou muito tempo fechada por conta de uma greve. Nesse tempo, tudo o que eu sonhava e desejava loucamente era poder voltar a passar minhas tardes por lá. Quando o pesadelo, ou melhor, quando a greve acabou, foi o auge. Lá estava eu de novo, naquele lugar caindo aos pedaços por fora, mas que ainda assim é o meu paraíso.
 



10-E 2012...
Precisa ser diferente de 2011. Este ano foi muito difícil, muito doloroso. Gostaria que 2012 fosse o final feliz de um desses livros que te angustiam até a penúltima página, guardando alguma grande alegria para a última página. Mas a verdade é que não estou me sentindo segura nem para ser otimista. Os problemas de 2011 vão comigo para 2012 sim e tudo o que eu quero é conseguir driblar cada um deles no novo ano que se inicia. Também espero dar conta da bolsa de IC e da monografia, além de arrumar um novo estágio num lugar legal (ou mesmo continuar no mesmo estágio de 2011).



Postado por: Vanessa às 13h07
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Amigo Oculto


É tempo de amigo oculto. Ou secreto. Ou invisível. É tempo de bater perna por aí ou de grudar os olhos nas lojas virtuais em busca do presente perfeito. É tempo também de torcer para ganhar um presente perfeito, marcante, inesquecível.

Nunca gostei muito de amigo oculto, pois os níveis de indecisão tendem a ficar altíssimos em minha corrente sanguínea quando fico exposta às pressões natalinas do tipo. Socorro, não sei comprar presente!! Se a pessoa não fizer uma listinha ou se não der pistas sobre o que deseja ganhar, certamente vou surtar e morrer de véspera feito peru de Natal.

Meus traumas com amigo oculto se tornam mais complexos quando lembro de ter sido testemunha de episódios natalinos certamente financiados pelo Grinch! Já vi gente ganhando até açúcar, pano de prato e touca de banho como presente de amigo oculto! E juro que nem era inimigo oculto (brincadeira que deve ter sido criada pelo Grinch, certeza disso!).

Apesar de tudo, neste ano entrei em três brincadeiras de amigo oculto: o dos amigos da UFF, o das amigas da Máfia e o da minha família. Felizmente o Grinch estava ocupado demais para perceber minha existência, então tenho tido uma sorte natalina das boas com os presentes que já recebi! Querem ver????

O primeiro presente que recebi foi duplo: dois livros de Agatha Christie (eu estava louca para ler “Cai o Pano”!) no já tradicional Amigo Oculto de Livros de Sebo dos meus amigos da UFF. Aliás, fica aí uma dica pra quem adora sebo. Um amigo oculto temático é sempre divertido!

 

 

O segundo presente foi quádruplo! Estou babando até agora no presentão que a Gabriela Irala me deu no amigo oculto da Máfia: a coleção completa de “As Brumas de Avalon”! Sonhava com esses livros há anos!

 

 

 

Ainda tenho o amigo oculto da família. Açúcar eu sei que nenhum parente vai me dar HAHA Mas vamos tentar lembrar que o que importa mesmo não é o presente em si (really?), e sim participar da brincadeira, rir muito na hora da revelação de quem tirou e ver tudo terminar em abraços, beijos e “Feliz Natal”! E rabanadas, é claro! 



Postado por: Vanessa às 16h02
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E se a felicidade bater na sua porta?

Preciso dizer que gostei muito dos comentários no meu último post! Já não me sinto mais tão estranha quanto antes e garanto que captei muito das mensagens de vocês! E logo após aquele post topei no facebook com uma tirinha que a Ana Caroline compartilhou e que me fez refletir em conjunto com os comentários.

 

 Fonte: Depósito de Tirinhas

 

Mafalda sempre sábia! E eis que me coloquei no lugar dela nessa tirinha! E se a felicidade batesse na minha porta hoje? O que eu deveria fazer? Confesso que ando ignorando o toque da campainha e as batidas na porta (a batida que a felicidade dá é delicada e gentil e não estilo Sheldon – PENNY! PENNY! PENNY!). Não to deixando nem a felicidade, nem qualquer sensação boa entrar. Por enquanto.

Muita gente por aí tem medo de deixar a felicidade se aproximar. Deve ser porque a felicidade não se apresenta com crachá. Você olha pra ela, mas pode não reconhecer facilmente. Ela pode vir fantasiada de pacote de presente, de teste de gravidez, de diploma, de passagem aérea, de novidade. Mas se o trânsito estiver ruim, nem adianta esperar que ela bata na sua porta: você vai precisar procurar por ela, correr até ela, brigar por ela. É isso o que acontece com a maioria das pessoas.

Na minha porta a felicidade até hoje bancou a criança pestinha várias vezes: tocou a campainha e saiu correndo sempre. Por isso passei a ignorar a campainha e as batidas na porta. Mas quero que a Dona Felicidade saiba que seu perfume ficou no corredor. Espero te reconhecer quando você parar de brincar comigo e quiser aparecer de verdade para mim. E para a querida Mafalda.

O que você aí vai fazer se a felicidade do nada resolver bater na sua porta?

 



Postado por: Vanessa às 17h33
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30 de fevereiro de 2012

Passei horas e horas folheando minha agenda em busca da data ideal. Procurei um espaço entre provas e seminários, entre aniversários e feriados, entre grandes projetos e pequenas promessas. Jurava que encontraria um espaço pelo menos entre as pequenas promessas. Mas para o momento importante que me colocou nessa busca ainda não há nenhum espaço.

Eu só quero saber quando vai chegar o dia em que meu coração vai desejar bater de verdade. Ao meu redor, todos parecem estar vivendo amores parisienses ou desilusões amorosas londrinas. O meu problema não é inveja dessas pessoas. O meu problema é a falta de inveja.

Devo ter algum fio desconectado. Só isso pode explicar esse fato: amor romântico é algo invisível para mim. Sabe quando você tem 5 anos e um primo mais velho pergunta se você tá enxergando no ar aquilo que só os inteligentes podem ver? Nossa, ou eu sou cega, ou sou burra.

Juro que não me sinto sozinha. Não me sinto uma panela sem tampa (coisa do tempo da vovó, sorry!). Eu me sinto péssima apenas por ser diferente. E me sinto pior ainda quando todos me apontam como um monstro frio, quando até na ficção os monstros mais feios e ranzinzas conseguem se apaixonar por alguma mocinha boazinha.

Dá para alguém me escutar pelo menos uma vez? Não consigo amar ninguém hoje, mas a vida ainda tem o amanhã, certo? Bom, pelo menos até 20 de dezembro de 2012 temos o amanhã garantido.

E eu continuo procurando na agenda o dia em que vou poder rir disso tudo. Talvez a melhor data seja 30 de fevereiro. Dia de São Nunca? Veja bem, se 1º de novembro é Dia de Todos os Santos, neste dia pelo menos ele esteve representado e deve ter ouvido minhas preces. Mas não escolhi qualquer dia 30 de fevereiro. Escolhi o do ano de 2012. Isso quer dizer que tenho 3 meses para encontrar meu fio desconectado. E mais 9 meses para primeiro desejar e depois viver/sofrer por amor antes do fim do mundo. Acompanhou o raciocínio? Não? Taí! Já encontramos meu fio desconectado: calcular demais e sentir de menos.

 



Postado por: Vanessa às 17h11
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Libras – que língua é essa?

 

Da série: falando das disciplinas da faculdade de novo. Este semestre estou cursando uma das disciplinas mais difíceis de todos os tempos: Libras! Vivo resmungando de um lado para o outro sobre essa matéria, crente que todo mundo estava entendo minha angústia e dificuldade, até que fui surpreendida pela pergunta de um amigo: “o que é Libras”?

Libras significa “Língua Brasileira de Sinais”. Mas por que o “brasileira”? A língua de sinais não é universal? Se você achava que sim, welcome to the jungle, pois eu também pensava assim. Mas não! A língua de sinais brasileira é inspirada na francesa, mas conta com particularidades de nossa cultura. Na verdade, assim como os sotaques do nosso português, a Libras também pode variar de uma região pra outra. E outra coisa que me deixou chocada: língua de sinais não é só gestos! A expressão facial também tem significados.

Por essas e outras que estou surtando com essa disciplina. Não tenho coordenação motora, não consigo memorizar os gestos e as expressões como deveria. Mas sigo tentando! Não que eu ache que apenas um semestre de aula de Libras vá garantir que eu consiga me comunicar decentemente com um futuro aluno surdo em minha futura sala de aula. Mas o mínimo do mínimo que estou aprendendo já está sendo importante.

Deveríamos crer que a Libras é também uma língua de nosso povo brasileiro. Cerca de 3% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência auditiva. Não podemos mais encarar essa parcela como estrangeira. Devemos acreditar que fazem parte do nosso povo e que há sim maneiras de nos comunicarmos, ainda que com MUITO esforço.

Está sendo uma experiência complicada tentar aprender Libras, mas sei que no fim será positiva. Meu professor é surdo e a comunicação com ele é mesmo um desafio que torna a disciplina ainda mais difícil, mas esse contato está sendo essencial para que eu respeite as diferenças e consiga entrar num mundo novo.

Dito isso, deixo para vocês dois brindes. O primeiro é um link de um site que funciona como uma espécie de dicionário de Libras. É o que usamos para fazer o “dever de casa” que o professor passa. Você pode digitar a palavra e a moça ao lado vai “traduzir” para a língua de sinais: http://www.acessobrasil.org.br/libras/

O outro brinde é um vídeo meu “dizendo” meu nome em Libras! To feia no vídeo, mas o que importa é que to “falando” meu nome corretamente!

 



Ah, recentemente fui entrevistada no blog Cultivando a Leitura! Você pode ver clicando aqui!



Postado por: Vanessa às 20h42
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Minha história das mulheres

Neste semestre estou cursando pela primeira vez uma disciplina de História das Mulheres e estou adorando. Está sendo maravilhoso refletir sobre o papel da mulher e os variados discursos construídos sobre, para e, de certa forma mais recentemente, pela mulher.

 

 

Numa tarde pacata na biblioteca encontrei o livro que tinha tudo para ser uma leitura complementar, mas ele acabou se convertendo no centro de muitos dos meus novos questionamentos. Trata-se do livro “Minha história das mulheres”, escrito pela historiadora francesa Michelle Perrot. Mas eu não ousaria classificar este livro como uma obra voltada exclusivamente para quem é da área de História como eu. 

O livro nasceu de um programa de rádio conduzido por Perrot, no qual costumava apresentar ao público em geral um pouco de seus anos de pesquisa sobre a história das mulheres. Pode-se supor daí que a linguagem do livro seja simples e empolgante, pois este trabalho Perrot produziu para ser acessível a todos e a todas!

O livro abrange temas como a visão sobre o corpo (como os significados por trás dos cabelos), a alma, o trabalho e a movimentação da mulher ao longo do tempo. O livro vai da antiguidade aos dias de hoje, mostrando de camponesas às operárias, de donas de casa à atrizes, das mulheres que escreviam quando ninguém achava que fossem seres capazes de criar à mulheres do reinado de revistas como a Vogue. Enfim, os desafios das mulheres de ontem e de hoje estão presentes nesse livro adorável!

Ser mulher nunca foi e talvez nunca seja uma missão fácil, mas nossa existência tem facetas únicas, por isso precisamos enxergar a nós mesmas como seres capazes de construir e mover o mundo da mesma forma como fazem os homens.



Postado por: Vanessa às 19h15
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Meme Coisas da Infância

O Dia das Crianças está aí e não posso deixar a data passar livre de uma certa dose de nostalgia, né? Por isso resolvi fazer esse meme muito legal que vi no blog da Daniela. Vamos relembrar nossa infância?
 

1-Cinco desenhos que você mais gostava

 

 

Sailor Moon

Guerreiras Mágicas de Rayearth

Cavaleiros do Zodíaco

Cavalo de Fogo

Doug

 

2-Cinco programas que você mais gostava

 

 

TV Colosso

Band Kids

Castelo Rá-Tim-Bum

Passa ou Repassa

Os Trapalhões

 

 

3-Cinco filmes que você mais gostava de assistir

 

 

A princesinha

A pequena espiã

Lassie

Meu primeiro amor

O jardim secreto

 

4-Cinco brinquedos que você mais gostava

 

 

Barbie

Dominó

Lego

Quebra-cabeça

Ioiô

 

5-Cinco guloseimas que você mais gostava

 

 

Kinder Ovo

Chocolate da Turma da Mônica

Bubbaloo

Doce de leite que vendia na frente da casa do meu avô

Bala Soft

 

6-Cinco seriados que você mais gostava

 

 

Punky

Blossom

Patrine

Power Rangers

Chapolim

 


Postado por: Vanessa às 21h24
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The Secret Circle


Devo confessar que nunca me deixei envolver por histórias de bruxas e bruxos. Nunca li nenhum Harry Potter e até hoje tenho dificuldades de lidar com a oposição entre uma bruxa loira atrapalhada chamada Sabrina e as feiticeiras dos meus livros acadêmicos que tratam de Inquisição. Enfim, por mim as bruxas podiam esconder suas vassouras onde quisessem, pois eu não estava nem aí... Mas tudo mudou no mês de setembro.

 

 

Foi pela Britt Robertson que topei começar a assistir The Secret Circle, que estreou nos EUA no dia 15 de setembro. Sou fã da Britt desde Life Unexpected (lembram do post que fiz sobre essa série?) e não podia deixar de acompanhar o novo trabalho dela. Mas eu não sabia do que tratava a série quando apertei o play! 

The Secret Circle se baseia numa trilogia da L. J. Smith, a mesma autora de The Vampire Diaries. Ela conta a história de Cassie, uma adolescente que se descobre uma bruxa. Ok, gente, juro que não to falando da Sabrina! Pois a Sabrina tinha suas tias para orientá-la, enquanto Cassie se depara com outros 5 adolescentes bruxos que também não sabem bem como controlar seus poderes. Esses 6 adolescentes formam um círculo poderoso, despertando o interesse de muita gente.

Os efeitos especiais são interessantes e há muitos mistérios que precisam ser desvendados. São os mistérios e segredos que podem ajudar a tirar a série do banquinho do “mais do mesmo” das histórias de bruxos. Ah, claro, a série tem também uma pitada de amor proibido (básico), rivalidades entre garotas (também básico) e a linda Britt Robertson, que para mim é uma jovem atriz maravilhosa.

Recomendo The Secret Circle. O feitiço dessa série está quebrando minha resistência contra bruxas, bruxos, feitiços, ainda que não tenha vassouras voadoras divertidas (ok, confesso: elas sempre me pareceram divertidas...).

 



Postado por: Vanessa às 13h18
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O pré-aniversário

 

Gostaria de dividir com vocês uma coisa que está comigo desde a infância. É um daqueles mistérios/prazeres pessoais meio inexplicáveis, mas que hoje vou fazer um esforço para tentar explicar.

O meu prazer secreto é o momento pré-aniversário. Sim, aqueles 15 ou 10 dias antes do meu aniversário. É o meu momento de ansiedade, curiosidade e expectativa. O momento em que as pessoas queridas fazer mil promessas para o seu grande dia. E o melhor de tudo é que toda hora alguém resolve lembrar que ele está chegando, como se o pré-aniversariante não tivesse calendário ou noção de tempo.

Eu gosto desse momento assim como criança gosta daqueles dias antes de cada Natal. A diferença é que o auge da alegria e felicidade da criança está justamente no dia do Natal, quando tudo se torna concreto e embalado em papel de presente, enquanto que para mim a chegada do grande dia de ficar mais velha é tão emocionante quanto a “aventura” de andar da minha sala até a cozinha. Compreenderam a complexidade da coisa? Fico toda feliz no momento pré-aniversário, porém “murcho” totalmente quando o dia finalmente chega.

É como se no grande dia eu me desse conta de que aquele dia é só mais um dia. Não, ele não é tão grande assim. Mais velhos nós ficamos a cada novo dia e todo dia tem alguém fazendo aniversário. Inclusive no dia do meu aniversário tem uma outra blogueira muito bacana ficando mais velha também, a Tary.

Bom mesmo é o momento pré-aniversário, com todas as suas esperanças ingênuas e sem choques de realidade. Porque vamos combinar que será um grande choque acordar no dia 16 de setembro e perceber que não posso mais falar que tenho 22 anos...

 

Ah, tem mais um post meu no blog do Blorkutando, desse vez sobre a Jessie J. Leia clicando aqui!



Postado por: Vanessa às 20h47
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Sua infância daria um livro?


Como já disse aqui no blog, nunca aprendi a andar de bicicleta ou pular corda. Nunca tive que engessar nada. Não sei se tive uma infância clichê. Mas eu me mudei 10 vezes até os 12 anos. Talvez eu tenha sim algumas histórias interessantes para contar sobre minha infância. Talvez elas se misturem com os contos que eu gostava de escrever quando não tinha com quem brincar.

Relembrar a infância obviamente não é uma tarefa simples, mas pode ser uma coisa muito divertida! Zélia Gattai experimentou essa adorável viagem no tempo quando resolveu transformar sua infância nas páginas do livro “Anarquistas, Graças a Deus” (que também já virou minissérie na Globo).

 

 

Lançado em 1979, o livro registra não apenas o cotidiano de uma alegre menina filha de imigrantes italianos. Na verdade ele também é um retrato da cidade de São Paulo dos anos 20, com seus problemas, agitações, transformações e alegrias. Certamente é um dos livros mais doces que já encontrei! Zélia nos apresenta sua infância de uma forma simples e simpática, como se fosse uma conversa animada de varanda.

O pano de fundo político também me atraiu, é claro. Zélia freqüentava com os pais e irmãos os principais encontros de anarquistas, contando especialmente com imigrantes. Através do livro somos apresentados às esperanças, sonhos e desilusões de quem saiu de uma terra distante para encontrar no Brasil um mundo que gostaria que fosse melhor para se viver.

Além de tudo isso, “Anarquistas, Graças a Deus” nos ajuda a perceber que nossas histórias de vida não são momentos isolados do resto do mundo. Nós vivemos a história, aquela história que parece estar tão distante, impressa em livros, jornais e na memória de quem hoje tem cabelos brancos. Lembro da primeira vez que segurei uma nota de real e perguntei inconformada: “Mas mamãe, por que mudou?”. Esse momento de explosão de curiosidade infantil certamente entraria num livro sobre minha infância.

 

Recomendo sorrindo o livro “Anarquistas, Graças a Deus”. E ele já está marcado no meu Skoob! Você tem Skoob? Então me add lá!



Postado por: Vanessa às 16h16
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Eu vou voltar para a escola!

 

Pessoal, tenho uma novidade: na segunda começo a estagiar numa escola de Niterói! Estou muito feliz, muito empolgada e, sim, levemente assustada também!

Terminei a escola em 2007 e desde então estive afastada da correria no pátio na hora do recreio, dos horários para entrar e sair, etc. Agora estou voltando a este ambiente, mas desta vez como aluna da graduação, como profissional prestes a se formar. É a prova de fogo, a hora de descobrir se escolhi o caminho certo (ou de pelo menos tentar encontrar uma pista para resolver essa questão).

Lembro de um dia de sol do meu 3º ano do Ensino Médio. Eu estava no segundo andar da escola, olhando para a confusão do pátio lá embaixo. Ri de mim mesma ao perguntar quase em voz alta: “como vou conseguir ficar longe disso aqui?”. Foi aí que me dei conta do quanto precisava do ambiente escolar, por mais problemático que ele seja.

Confesso que já estou me acostumando com os olhares de indignação (quando não são palavras mesmo) sempre que digo que quero dar aulas. Helloooo, sei muito bem quais são os desafios da profissão que escolhi. Não estou esperando nenhuma maçã vermelha e perfumada como recompensa pela minha dedicação. Posso pelo menos tentar encarar os desafios sem ser condenada à fogueira?

Não vou negar minha ansiedade. Quase tudo mudou em mim desde que gritei “adeus, escola!” no último dia de aula do 3º ano. Mas espero que aquela identificação com a escola que estou carregando na memória há tanto tempo ainda esteja firme.

 

Ah, hoje é o dia do Historiador!! Alguém aí quer dar parabéns a esta futura historiadora??



Postado por: Vanessa às 13h10
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